O Reino de Cristo e a Ontologia de Deus

Nota do editor: Este é o quarto artigo da nova série de Hermisten Maia – O Ser, as pessoas e as coisas: Um diálogo entre Teologia e Filosofia. O artigo expõe o caráter messiânico do Salmo 2 e sua conexão com toda a Escritura, mostrando que o reinado de Cristo foi estabelecido eternamente pelo Pai, não por aclamação humana. Hebreus, Atos e Romanos confirmam que sua morte e ressurreição foram parte do plano soberano de Deus, coroando-o como Rei sobre todas as coisas. Seu poder é absoluto, mas sempre em harmonia com seus atributos de santidade, justiça, sabedoria e amor. Assim, a cruz, longe de ser derrota, é triunfo, e a ressurreição confirma a vitória sobre pecado, morte e trevas. Essa realidade nos chama à fé reverente, temor santo, adoração sincera e obediência prática, vivendo em submissão libertadora ao senhorio de Cristo, confiando que Deus conduz a história conforme seu conselho eterno.


No Salmo 2, essencialmente messiânico, lemos:6Eu, porém, constituí (nasak) (= estabeleci)(1) o meu Rei sobre o meu santo monte Sião. 7Proclamarei o decreto do SENHOR: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei” (Sl 2.6-7).

O Reinado do Filho

O reinado do Filho é eterno, conforme o decreto divino. Sua glória é igualmente eterna (Jo 17.5).(2) Jesus Cristo, o Messias, é Deus. Foi o próprio Pai quem o constituiu como Rei. Essa verdade deve nos conduzir a uma fé reverente, e não a uma curiosidade presunçosa. (3)

O reinado de Cristo é instituído e preservado pelo Deus Pai.

Calvino escreve sobre esse ponto:

A doutrina da eterna duração do reino de Cristo é, portanto, aqui estabelecida, visto que ele não fora posto no trono pelo favor ou pelos sufrágios humanos, mas por Deus que, do céu, pôs a coroa real em sua cabeça, com suas próprias mãos.(4)

O autor de Hebreus cita o Salmo 2.7 para destacar a glória e majestade do Messias:

3 Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se à direita da Majestade, nas alturas, 4 tendo-se tornado tão superior aos anjos quanto herdou mais excelente nome do que eles. 5 Pois a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho? (Hb 1.3-5).(5)

No livro do Apocalipse, encontramos ecos poderosos do Salmo 2, especialmente na afirmação da eternidade e soberania do Reino do Messias. Textos como Ap 1.5;(6) 2.27; 12.5; 19.4–5 reafirmam que o Cristo exaltado reina com autoridade absoluta, cumprindo a promessa messiânica de que “com vara de ferro regerá as nações” − clara alusão ao reinado proclamado no Salmo 2.

Deus permanece soberano sobre todas as coisas, mesmo diante da oposição dos que se julgam poderosos. Estes, porém, falham em compreender que o poder que exercem não lhes é ontologicamente inerente − não brota de sua própria essência − mas lhes foi concedido por Deus. Toda autoridade, por mais impressionante que pareça, é derivada e subordinada ao Senhor que reina eternamente.

Em Atos, os discípulos, em oração, afirmam que a morte de Cristo e sua ressurreição estavam sob o controle soberano do Pai: “Para fazerem tudo o que a tua mão e o teu propósito predeterminaram” (At 4.28).

A morte de Cristo, que à primeira vista parecia representar uma vitória de Satanás sobre o reinado do Senhor, revelou-se, na verdade, como a plena realização do propósito eterno de Deus.(7) O aparente fracasso da cruz tornou-se o caminho da redenção, e a ressurreição de Cristo é o coroamento glorioso dessa vitória − a confirmação definitiva de que o Reino de Deus triunfa sobre o pecado, a morte e todo poder das trevas.(8)

Paulo, pregando em Antioquia, demonstra essa realidade ao citar diversas passagens bíblicas (Sl 2.7; 16.10; Is 55.3):

32 Nós vos anunciamos o evangelho da promessa feita a nossos pais, 33 como Deus a cumpriu plenamente a nós, seus filhos, ressuscitando a Jesus, como também está escrito no Salmo segundo: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei. 34 E, que Deus o ressuscitou dentre os mortos para que jamais voltasse à corrupção, desta maneira o disse: E cumprirei a vosso favor as santas e fiéis promessas feitas a Davi. 35 Por isso, também diz em outro Salmo: Não permitirás que o teu Santo veja corrupção. 36 Porque, na verdade, tendo Davi servido à sua própria geração, conforme o desígnio de Deus, adormeceu, foi para junto de seus pais e viu corrupção. 37 Porém aquele a quem Deus ressuscitou não viu corrupção. (At 13.32-37).

De forma semelhante, escreve aos Romanos: “E foi designado (o(ri/zw) (determinado, constituído, destinado)(9) Filho de Deus com poder, segundo o espírito de santidade pela ressurreição dos mortos, a saber, Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm 1.4).

O poder de Deus além de absoluto é sobre todas as coisas.

Comentando o Salmo 135.6,(10) VanGemeren, escreve:

A grandeza de Deus também se estende a seus poderes sobre a terra, o mar e o céu. Ele não está limitado a uma esfera particular a Ele atribuída por suas criaturas, como acontece com as divindades pagãos. O Senhor é Deus sobre todos os domínios em virtude do fato de que é o Criador. A esfera do seu domínio estende-se a tudo, e a sua autoridade é ilimitada.(11)

Ontologicamente, Deus não necessita de nada fora de si mesmo. Ele é autossuficiente. Turretini (1623−1687) sintetiza:  “Deus é independente e verdadeiramente autopoderoso.”(12)

A criação nada lhe acrescenta ou diminui. Nenhuma alteração ocorre em seu ser(13) que diminua ou aperfeiçoe sua essência.

Pode fazer tudo como, quando e do modo que quiser

Deus é o Todo-Poderoso, capaz de realizar todas as coisas conforme sua vontade (Sl 115.3; 135.6; Is 46.10; Dn 4.35; Ef 1.11).(14)  Sua autoridade é suprema e seu poder absoluto. Ele age segundo o tempo, a forma e o propósito que determina.(15)

Além disso, Deus exerce seu poder em perfeita harmonia com seus atributos − santidade, justiça, sabedoria e amor (2Tm 2.13).(16)  Não há contradição entre seu poder e suas demais perfeições. Sua ação é expressão da unidade e integridade de seu caráter.

A sua vontade é ética e santamente determinada. O poder de Deus se manifesta de forma consonante com a sua vontade.(17)

Bavinck (1854-1921) resume: “A vontade de Deus é uma com seu ser, sua sabedoria, bondade e todas as suas outras perfeições.” (18)

O agir de Deus por Causas Externas

Pela graça, Deus frequentemente utiliza causas externas para realizar seus propósitos. Embora pudesse salvar todos os homens independentemente da revelação da Palavra e da fé em Cristo, escolheu agir de forma distinta. Essa decisão revela que seu agir não é arbitrário, mas reflete sua sabedoria, que livremente definiu o critério da salvação − fundamentado na graça, manifestada por meio da fé conforme a Palavra (Rm 10.17; Ef 2.8). (19)

Deus age de modo compatível com a perfeição de sua justiça, integrando sua soberania com um propósito redentor fiel à sua natureza eterna.(20) Bavinck reforça: “Sua vontade é idêntica ao seu ser, e a teoria do poder absoluto, que separa o poder de Deus de suas outras perfeições, é somente uma abstração vazia e impermissível.” (21)

Deus é tão eterno quanto seu poder. Ele sempre foi e será o que é, independentemente de qualquer elemento externo. Deus existe eternamente de si, por si e para si.(22) Por isso, a Bíblia não tenta explicar sua existência; parte do fato consumado de que Deus existe, manifestando seu poder em seus atos criativos (Gn 1.1).

Portanto, Ele não sofre influência de ninguém, nem de qualquer causa externa. Tudo o que faz é conforme o conselho da sua vontade (Sl 106.8; Is 40.13-14; Dn 3.17-18; 4.35; Rm 9.15; 11.34-36; Ef 1.5,11).

Algumas considerações

Considerando que o reinado de Cristo não se fundamenta em aclamação humana, mas foi estabelecido pelo próprio Deus (Sl 2.6–7; Hb 1.3–5), somos conduzidos à firme doutrina da soberania divina e da autoridade messiânica. Jesus reina não por mérito humano, mas por designação eterna: Ele é o Filho gerado desde a eternidade, coroado pelo Pai com glória e poder.

Assim, a morte de Cristo não representa um acidente histórico, mas a realização plena do plano eterno de Deus (At 4.28; Rm 1.4). A ressurreição, por sua vez, é a confirmação gloriosa de que o Reino de Deus triunfa sobre o pecado, a morte e todas as forças das trevas, cumprindo com majestade as promessas do Salmo 2.

Diante dessa realidade, a majestade de Cristo deve nos conduzir não à curiosidade superficial, mas a uma fé reverente (Sl 2.11-12). Isso exige de nós o cultivo de um temor santo, uma adoração sincera e uma obediência prática ao senhorio de Jesus em todas as esferas da vida.

Mesmo quando os acontecimentos parecem escapar ao controle humano, podemos descansar na certeza de que Deus conduz a história segundo o conselho de sua vontade. Essa confiança nos sustenta em meio à dor, à injustiça e às aparentes vitórias do mal.

O evangelho é, portanto, a proclamação do Rei ressuscitado que venceu a morte e reina eternamente (At 13.32-37). Essa verdade nos encoraja a anunciar Cristo com convicção e esperança, certos de que sua Palavra é viva, eficaz e transformadora.

Se Cristo reina com vara de ferro, então nossa vida deve refletir submissão ao seu governo: em nossas decisões, relacionamentos, vocação e missão. Tal submissão não é opressiva, mas libertadora − pois nos livra da tirania do pecado e da ilusão da autonomia, conduzindo-nos à verdadeira liberdade que há em servir ao Rei eterno.


(1) *Sl 2.6; Pv 8.23.

(2)“E, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo” (Jo 17.5).

(3) Veja-se: C.H. Spurgeon, El Tesoro de David, Barcelona: Libros CLIE, 1989, v. 1, (Sl 2.7), p. 21-22.

(4) João Calvino, O Livro dos Salmos, São Paulo: Paracletos, 1999, v. 1, (Sl 21.2), p. 457-458.

(5) Cf. Peter C. Craigie; Marvin E. Tate, Psalms 1-50, 2. ed. Waco: Thomas Nelson, Inc. (Word Biblical Commentary, v. 19), 2004, (Sl 2), p. 69; James M. Boice, Psalms: an expositional commentary, Grand Rapids, MI.: Baker Book House, 1994, v. 1, (Sl 2), p. 25-26; Willem A. VanGemeren, Psalms: In: Frank E. Gaebelein, gen. ed. The Expositor’s Bible Commentary, Grand Rapids, MI.: Zondervan, 1991, v. 5, p. 65-66; D.A. Carson, Jesus, o Filho de Deus: O título cristológico muitas vezes negligenciado, às vezes mal compreendido e atualmente questionado, São Paulo: Vida Nova, 2015, p. 46ss. (Especialmente).

(6)“E da parte de Jesus Cristo, a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da terra. Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados” (Ap 1.5),

(7) “A morte do Senhor Jesus Cristo na cruz do Calvário não foi um acidente; foi obra de Deus. Foi Deus quem o ‘manifestou’ ali” (David M. Lloyd-Jones, A cruz: A justificação de Deus, São Paulo: Publicações Evangélicas Selecionadas, 1980, p. 3).

(8) “Quando Deus pronunciou esta maldição sobre todos os que fossem pendurados em um madeiro, ele só tinha em vista, particularmente, o que iria acontecer ao seu Filho unigênito. Pois não foi por acidente que o Senhor Jesus Cristo sofreu esse tipo de morte, nem conforme o capricho humano. Embora seja verdade que ele tenha sido crucificado pelos incrédulos, isso foi ordenado pela vontade de Deus (At 2.23; 4.28). (…) Assim, quando lemos que o Senhor Jesus Cristo foi crucificado, devemos lembrar que tudo isso se deu para a nossa salvação; porque, por este meio, Deus estava buscando reconciliar-nos consigo.” (João Calvino, Sermões sobre Gálatas, volume 1 (Portuguese Edition)  (Gl 3.13-18), (p. 341). Editora Monergismo. Edição do Kindle).

“É preciso que tenhamos sempre em mente que os perversos executores de Cristo nada fizeram senão o que fora determinado pela mão e propósito de Deus; pois Deus não entregou seu Filho às iníquas paixões deles, mas determinou que, segundo sua própria vontade e beneplácito, ele seria oferecido como sacrifício. E se houve as melhores razões para o propósito de Deus, em todas essas coisas, a saber, que ele determinou que seu Filho sofresse, então devemos nós considerar, de um lado, o terrível peso de sua ira contra o pecado, e, por outro, sua infinita bondade para conosco. De nenhuma outra forma poderia nossa culpa ser removida senão pelo Filho de Deus tornando-se maldição por nós.” (João Calvino, Evangelho Segundo João – Vol. 2, (Jo 19.18), (Comentários Bíblicos João Calvino) (Portuguese Edition) . Editora Fiel. Edição do Kindle).

(9)*Lc 22.22; At 2.23; 10.42; 11.29; 17.26,31; Rm 1.4; Hb 4.7.

(10)Tudo quanto aprouve ao SENHOR, ele o fez, nos céus e na terra, no mar e em todos os abismos(Sl 135.6).

(11)Willem A. VanGemeren, Psalms: In: Frank  E. Gaebelein, gen. ed., The Expositor’s Bible Commentary,  Grand Rapids, Mi: Zondervan, 1991, v. 5, (Sl 135.6), p. 820.

(12)François Turretini, Compêndio de Teologia Apologética, São Paulo: Cultura Cristã, 2011, v. 1, p. 334. Do mesmo modo, veja-se também a p. 547. Veja-se o instrutivo e edificante capítulo de MacArthur: John F. MacArthur, Jr., Deus: face a face com Sua Majestade, São José dos Campos, SP.: Editora Fiel, 2013, p. 91-107.

(13)Veja-se: François Turretini, Compêndio de Teologia Apologética, São Paulo: Cultura Cristã, 2011, v. 1, p. 550.

(14)“No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada” (Sl 115.3). “Tudo quanto aprouve ao SENHOR, ele o fez, nos céus e na terra, no mar e em todos os abismos” (Sl 135.6). “O meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade” (Is 46.10). “Todos os moradores da terra são por ele reputados em nada; e, segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” (Dn 4.35). “Nele (Jesus Cristo), digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade” (Ef 1.11).

(15)Veja-se: François Turretini, Compêndio de Teologia Apologética, São Paulo: Cultura Cristã, 2011, v. 1, p. 326-327.

(16) “Se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo” (2Tm 2.13).

(17) “Deus tem poder para fazer tudo quanto Ele queira; e com certeza a pessoa que tenta separar o poder de Deus de Sua vontade, ou retratá-lo como incapaz de fazer o que Ele queira, o que o tal faz é simplesmente tentar rasgá-lo em pedaços” (João Calvino, O Livro dos Salmos, São Paulo: Paracletos, 2002, v. 3, (Sl 78.18), p. 212). (Veja-se também: João Calvino, As Institutas, 2. ed. São Paulo: Cultura Cristã, 2006,  III.23.2). “Quanto a nós, basta-nos lembrar apenas duas coisas importantes: de um lado, o direito de Deus é supremo e absoluto, e acima do qual não podemos pensar nem falar, e Ele pode fazer com o que é seu tudo quanto lhe apraz; de outro, Ele é sempre santo e agradável à natureza perfeitíssima de Deus, de modo que em seu uso Ele nada faz em oposição à sua sabedoria, bondade e santidade” (François Turretini, Compêndio de Teologia Apologética, São Paulo: Cultura Cristã, 2011, v. 1, p. 336). Do mesmo modo, veja-se: Herman Bavinck, Dogmática Reformada: Deus e a Criação, São Paulo: Cultura Cristã, 2012, v. 2, p. 247.

(18)Herman Bavinck, Dogmática Reformada: Deus e a Criação, São Paulo: Cultura Cristã, 2012, v. 2, p. 247.

(19)“E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” (Rm 10.17). Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Ef 2.8).

(20)Veja-se: João Calvino, O Livro dos Salmos, São Paulo: Paracletos, 1999, v. 2, (Sl 36.5), p. 128.

(21)Herman Bavinck, Dogmática Reformada: Deus e a Criação, São Paulo: Cultura Cristã, 2012, v. 2, p. 254.

(22) Veja-se uma boa discussão sobre isso em R.C. Sproul, Razão para Crer, São Paulo: Mundo Cristão, 1986, p. 80-83. Do mesmo modo, ver: Bavinck, Dogmática Reformada, São Paulo: Cultura Cristã, 2012, v. 2, p. 98.

Referências Bibliográficas

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SPURGEON, Charles H. El Tesoro de David. Barcelona: Libros CLIE, 1989. v. 1.

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